Design Thinking
5 de março de 2013 |Um dos temas mais latentes – senão o mais latente – deste século XXI, quando falamos em educação, é o desinteresse de crianças e jovens pela escola e sua proposta de conteúdo. Isso se acentua ainda mais quando falo com famílias cujos filhos têm entre 10 e 16 anos.
Embora as escolas tenham procurado, ao longo do tempo, aprimorar metodologias, formatos, tecnologias e todas as demais possibilidades de transformar o conhecimento em algo relevante para nossos filhos, percebo que em certa medida ainda estamos engatinhando. De um lado, é preciso agir dentro da escola, com modelos inovadores; de outro, é preciso reposicionar a importância da família nesse processo.
Faz algum tempo acompanho duas iniciativas internacionais que tentam responder a essa questão. Uma delas é o Making Learning Visible, do Project Zero, de Harvard, que procura dar às próprias crianças a oportunidade de perceberem, de forma concreta, o quanto aprendem e como se desenvolvem.
http://www.
A outra iniciativa é a Dcompress, ligada à Universidade de Stanford, que se baseia no conceito do Design Thinking, uma ferramenta que trabalha sobre questões reais das pessoas e fundamenta estruturas e contextos favoráveis para a criação de ideias, soluções e aprendizados.
http://dschool.stanford.edu/
Apesar de eu ser uma admiradora de todas essas novas abordagens que buscam conectar a criança ou o jovem ao conhecimento (como as que citei acima), penso que a valorização (por parte de nós, pais) do que se aprende na escola e principalmente daquilo que nossos filhos realizam nela será sempre a maneira mais fácil e sustentável de deixá-los motivados a aprender cada vez mais.
Para quem quiser se aprofundar no assunto, sugiro mais este artigo do mindshift:
http://blogs.kqed.org/


